Quinteto Abanã - Oxum



1. Ária de Oxum (letra Bruno Gavranic - composição Giovani Di Ganzá - Inspirada no ponto de Oxum Nação Keto)
2. Oro omi ma (Domínio Público)


Negravat - Voz
Giovani Di Ganzá - Violão
Renato Antunes - Violoncelo
João Nascimento - Percussão
Douglas Lima - Flauta

Gravado e produzido no Estúdio 185
Câmera: Jeannine Gentile
Edição: Jeannine Gentile

Direção: Beto Mendonça

Quinteto Abanã (2011)



Quinteto Abanã é um projeto musical que investiga e pesquisa as canções extraídas das manifestações populares brasileiras de matriz africana, por meio de arranjos autorais e de domínio público que misturam o popular com o erudito. O grupo se propõe a criar releituras deste legado ancestral, composições que resgatam músicas de terreiros tradicionais dos povos yorubá, banto, keto e angola.

Negravat: Soprano
Di ganzá: Violão e Violino
João Nascimento: Percussão
Douglas Lima: Flauta transversal e piccolo
Renato Antunes: Violoncelo




Tracklist
01 - Ária de Oxum
02 - Caboclinho
03 - Oxum
04 - Obaluayê
05 - Tupinambá

Núcleo Bartolomeu de Depoimentos - 'Orfeu Mestiço - Uma Hip-Hópera Brasileira'


A oitava montagem do grupo Bartolomeu de Depoimentos pretende unir o teatro épico brechtiano aos elementos da cultural hip-hop.
A peça tem como personagem principal um político voltando às suas origens, atrelado à ditadura militar. A realidade, a memória e o imaginário se misturam.


Texto e Direção: Claudia Schapira
Atores-MCs: Cristiano Meirelles, Daniele Evelise, Eugênio Lima, Luaa Gabanini, Ricardo Leite e
Roberta Estrela D’Alva
Músicos-Ogãs: Alan Gonçalves, Cassio Martins, Eugênio Lima e grupo Treme Terra: Bruna Braga, Bruna Maria, Daniel Laino, Giovani Di Ganzá, João Nascimento e Lígia Nicacio




Caxeiras do Divino da Casa Fanti Ashanti: Canto do Divino


Vinheta Canto do Divino

Canto do Divino

(Composição: João Nascimento)
Interpretação: Caxeiras do Divino da Casa Fanti Ashanti

Violibeca: Di ganzá

Canto do Divino no 4shared

Grupo clariô - Urubú come carniça e voa

SINOPSE / RELEESE
URUBÚ COME CARNIÇA E VOA!
UMA PONTE ATÉ MIRÓ.
Escritos crônicos e retratos da vida de um poeta pernambucano, negro, oriundo de MURIBECA, bairro periférico, que leva o mesmo nome do lixão em torno do qual o conjunto habitacional onde mora foi construído.
João Flávio Cordeiro, o MIRÓ DE MURIBECA, faz da poesia a maneira mais concreta de responder a violência sofrida e observada por ele cotidianamente.
Um artista intenso, crônico por natureza que, além dos escritos, traz no corpo e na palavra dita, uma visceralidade peculiar, que propõe novos olhares para um lugar onde “um sujeito pode bater no outro, só porque ele deu um riso!”, mas que, recheado de seu “alegrismo poético”, é capaz de colorir a tragédia e alçar vôos de celebração à vida.
Uma ponte, uma travessia até Miró, é o que o novo espetáculo do grupo Clariô propõe. Atravessando a palavra do poeta de corpo e órgãos, descobrindo musicalidades e gestos que traduzam/dialoguem seus ditos tão urbanos e sertanejos.
“URUBÚ COME CARNIÇA E VÔA!” é o que nos clariô nestinstante como chuva fina ao sol.

FICHA TÉCNICA:
Escritos crônicos: Miró de Muribeca
Direção : Mário Pazini
Atores/criadores:
Alexandre Souza, Diego Avelino,Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa.
Ator Convidado: Washington Gabriel
Dramaturgia: Grupo Clariô de Teatro
Assessoria dramatúrgica: Will Damas

TRILHA DA PEÇA:
Composição: Di ganzá e Naruna Costa
Interpretação: Orquestra de Caboclos

Grupo Clariô